terça-feira, 10 de agosto de 2010

Será possível perder-se algo que nunca foi realmente nosso?

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Indecisa

Vagueio entre duas opiniões opostas. Por um lado quero ver-te todos os dias, por outo não te quero voltar a ver. Secalhar nenhuma está completamente correcta. Talvez a minha situação (não sei qual é) não tenha um caminho certo para seguir... Independentemente do que eu escolher vou errar sempre, ou acertar sempre. Não sei. Desde que eu te conheci que não sei nada, para além de que não me és indiferente... Nem sei bem onde e quando começou esta confusão toda. Não sei o que significo para ti ou se significo algo sequer...
Acho que vou seguir a minha vida como se tu não existisses e se te cruzares no meu caminho de novo, aí penso o que fazer.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

What I want

Gostava de olhar para ti uma última vez. Quero ter a certeza que existes mesmo e que fizeste parte da minha vida, mesmo que tenha sido por pouco tempo... Quero procurar os aspectos que me fizeram gostar de ti. Quero olhar-te nos olhos tempo sufieciente para verificar que o que eu vi no passado já não existe. Quero verificar que os teus vícios ainda existem, que o teu sorriso transmite a intensidade da tua felicidade. Quero estar contigo e ter a certeza que ainda me consegues irritar, mesmo que não o faças de propósito e eu não o demonstre.

Quero estar contigo, apenas para ter a certeza que és a pessoa que conheci...

Medo

Tal como todas as pessoas, tenho medo. Tenho medo de alturas ( subir um banco deixa-me as pernas a tremer que nem varas verdes). Tenho medo de aranhas ( sou incapaz de matar alguma por mais pequena que seja). Tenho medo de ser magoada. Mas acima de tudo tenho medo do que penso sobre mim... Tento sempre fazer as escolhas correctas e tomar as atitudes mais acertadas, mas como todos os seres humanos erro... E sempre que erro estou lá para apontar o dedo a mim própria, de um modo que sou incapaz de apontar a quem quer que seja.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Escolhas erradas

Dizem que o pior cego é aquele que não quer ver... E é bem verdade. Eu tive todas as pistas à minha frente e nunca as quis ver... Ainda agora me recuso a vê-las.
Nem sei se me sinto mais idiota por nunca ter desconfiado disto se por ter voltado a gostar de alguém. Sabia que ia acabar em desilusão e tempo perdido, mas não tive o bom senso de acabar tudo enquanto pude. Deixei que as coisas progredissem mais do que o recomendado pela precaução e volto ao passado... Percorro os caminhos da dor, que teimei em rondar e agora não tenho alternativa. Tenho que prosseguir o caminho até ao fim.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Caminhos trocados

Percorro caminhos nunca antes explorados por mim... Mas parecem-me familiares. Talvez por saber que os palmilhaste à pouco tempo. E por isso mesmo, parece-me que posso correr que nunca te alcançarei. Pois tal como agora, estarás sempre um passo à minha frente.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

All wrong

O sol começa a aparecer no horizonte. Nós estamos sentados na areia com a água a aproximar-se cada vez mais. Olho para os teus olhos castanhos que já me fitam à algum tempo. O teu olhar transmite-me carinho. Os teus lábios começam a formar as palavras que eu anseio ouvir. Tocas-me na mão com ternura, mas o toque não é como eu sempre imaginei... Nem poderia ser! Não foi a ti que eu imaginei que estaria ao meu lado na praia. Não era dos teus lábios que eu queria ouvir aquelas palavras. Não era nos teus olhos que eu imaginava aquelas emoções!
O momento e a cena eram dignos de um filme romântico, mas uma das personagens não era a correcta. Não devias ser tu a minha companhia ao amanhecer...